quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

As coisas que eu (não) entendo

Eu estava aqui pensando em todas as coisas que eu não entendo (e até nas que eu entendo) e cheguei a conclusão de que não entendo quase nada do que eu gostaria de entender, além disso, percebi que tem coisas que nós não entendemos porque não são para serem entendidas... Isso é um fato bem óbvio, mas eu não me contentaria se eu não citasse essa idéia.
Apesar de o tempo curar algumas mágoas, ele não consegue apaga-las da nossa memória e isso custa alto a nós mesmos, pois passamos a viver o nosso presente de forma diferente, já que o impacto do passado causa essa nostalgia maluca, principalmente quando nós não queremos que ela aconteça. É horrível ter que admitir certas coisas na vida, mas essas coisas são reais, porque está lá para se ver e nada poderá mudá-las - exceto se nós escolhermos como lidar com elas. Temos o poder em nossas mãos: podemos escolher e mudar a nossa vida. Nós temos o livre arbítrio, temos sonhos e temos a realidade - que muitas vezes pode ser cruel conosco - podemos escolher o que queremos, mesmo que não entendamos o que é ou o que está acontecendo. Não precisamos saber o que é ou como é, só precisamos saber reconhecer se é bom ou ruim e o que isso implica em nossa vida. O resto é resto.
Certo dia, uma amiga minha (que se mudou a pouco tempo no meu condomínio) chamada A. me perguntou por que aqui em Jundiaí todo mundo fala esquisito, usa gírias, palavras e frases estranhas, enfim, ela queria saber o porque de tanta esquisitice. Bem, o que a A. raciocinou foi que, como ela veio do Rio Grande do Sul, as coisas são um pouco diferentes aqui em Jundiaí. Essa minha nova amiga percebeu que a cultura aqui é diferente e que ela não entendia certas coisas, ou melhor, muitas coisas. Foi então que eu pensei: para que entender? Deixa assim mesmo, um pouco confuso, talvez. Mas para que entender? Vai mudar a situação? Não.
Nós passamos tanto tempo querendo entender as coisas ao nosso redor, que não nos damos conta desse tempo perdido. Poderíamos estar aproveitando mais. Ao invés da A. ficar tagarelando sobre a diferença entre o Sul do Brasil e o interior de São Paulo, ela poderia ter dado uma volta comigo pela cidade, para conhecer melhor o novo lugar em que mora.
Não vou mais tentar entender certas coisas, como o porque o fulano de tal fuçou o meu orkut, ou porque a Lady Gaga é loira, ou porque eu prefiro chocolate branco, ou porque... 
Quer saber? Deixa tudo ser como deve. Deixa as coisas seguirem o sue rumo natural.

Mesmo não entendendo muito bem, eu sei que eu volto para postar...
Até a próxima! :)

4 comentários:

ativista disse...

Oi muito da hora teu blog to seguindo ele.
me segue ai tbm.
http://hiphopactivistface.blogspot.com/
valeu

Mayara Caparroz disse...

Obrigada e bem vindo a TDN!
Já estou seguindo o seu blog.
:)

Anônimo disse...

MAYARA.... TIVE QUE COPIAR UM TRECHO E POSTEI NO MEU FACE COLOCANDO SEUS CREDITOS E O ENDERECO TA,,,,,, TO ADORANDO SUA PAGINA BEIJAO Thais Vieira

Mayara Caparroz disse...

Olha só, que chique! A TDN já foi para o Facebook, então? rs
Sem problemas, Thais!
Fico feliz por ter gostado, volte sempre.

Beijos.

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