quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Déjàvu


Nenhuma verdade me machuca,
Nenhum motivo me corrói,
Até se eu ficar só na vontade, já não dói.
Nenhuma doutrina me convence,
Nenhuma resposta me satisfaz.
Nem mesmo o tédio me surpreende mais...

Mas eu sinto que eu tô viva,
A cada banho de chuva que chega molhando meu corpo...

Nenhum sofrimento me comove,
Nenhum programa me distrai,
Eu ouvi promessas e isso não me atrai.
E não há razão que me governe,
Nenhuma lei prá me guiar...
Eu tô exatamente aonde eu queria estar.

Mas eu sinto que eu tô viva
A cada banho de chuva que chega molhando meu corpo...

A minha alma nem me lembro mais
Em que esquina se perdeu
Ou em que mundo se enfiou.

Mas já faz algum tempo...
Já faz algum tempo...
Já faz algum tempo...
Já faz algum tempo...
Faz algum tempo...

A minha alma nem me lembro mais
Em que esquina se perdeu
Ou em que mundo se enfiou.

Mas eu não tenho pressa...
Já não tenho pressa...
Eu não tenho pressa...
Não tenho pressa...

(Pitty)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Egocentrismo

Estou naqueles dias em que você está totalmente ao lado de si mesma (e eu não estou falando daqueles dias, antes meu problema fosse menstruação, seria mais fácil de lidar). Estou começando a achar que eu jamais deixarei de ser egocêntrica, que feio, não? Tanto faz. Mas o problema é que eu estou cansada de vir postar os meus problemas aqui, está começando a fritar o meu cérebro está coisa de "chorar as pitangas" na internet, se é que você me entende. No entanto, eu não deixarei de postar os meus brilhantes e estranhos pensamentos, mesmo que eles sejam egocêntricos.
Neste exato momento, estou aqui no estágio, ouvindo rock e eu juro, que se a menina aqui do meu lado não abaixar esse pagodinho que ela está ouvindo, eu darei um soco nela! Mentira. Ela é legal e não tem nada a ver com o meu mau-humor... Bem, de qualquer forma, essa agressão física não adiantaria, os meus problemas só piorariam... 
De certa forma, as mudanças são sempre difíceis de aceitar, pior ainda é quando alguém te pressiona a mudar. Isso é bom ou ruim? Eu não sei bem, mas estou começando a achar que isso é péssimo. Eu sempre pensei que quando eu encontrasse a pessoa certa para mim, ele me aceitaria do jeito que eu sou; eu sempre pensei que ele me amaria pelo que sou, não pelo que faço. E eu me enganei tristemente... É a parte que mais dói. Outra vez o egocentrismo.
Quando você finalmente encontra a pessoa certa, a tampa da sua panela, a peça que faltava do seu quebra-cabeça, a sua alma-gêmea, enfim, o grande amor da sua vida que ficará para sempre com você e te fará feliz por toda a eternidade; quando encontramos essa pessoa, é quando pensamos "Pronto, consegui. Agora serei feliz!", mas não é bem assim. É quando começam a aparecer os problemas, as lágrimas, o arrependimento, a desilusão e, infelizmente, a incerteza; embora você tenha certeza absoluta que é ele que você quer para viver o resto da sua vida e você tende a responder à essa certeza com o Sim mais sincero de sua vida quando ele te pergunta Casa comigo?. Se temos tanta certeza, por que a dúvida aparece?
Por que? Porque somos egocêntricos e só pensamos em como era bom o tempo em que podíamos fazer o que queríamos sem necessitar dar explicações; quando podíamos ouvir as músicas que queríamos; quando podíamos vestir o que queríamos; quando podíamos cortar o cabelo do modo que queríamos; quando  podíamos ser quem nós queríamos ser e fazer o que queríamos. Quando podíamos ser  alguém que pode, pois você é livre - e sozinho.
Isso é algo preocupante? Não poder ser quem você quer é um problema? Não poder fazer o que você quer é o fim do mundo? Não vou abandonar o amor da minha vida por causa do egocentrismo.
Não era eu que cantava "Bring me to life" do Evanescence? 
Então chegou a hora de acordar e perceber que já vieram me salvar...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Das vezes em que me precipitei...

É tão triste e humilhante para sai próprio assumir um erro ou uma mentira, principalmente quando fazemos algo que nos perturbará para sempre. Calma, não fiz nada de errado! Mas fiz algo muito sério: me precipitei. Este, sim, é um erro triste e angustiante, você fica pensado: "Meus Deus, o que foi que eu fiz?" e a resposta para isso tem uma palavra, cinco sílabas e doze letras: precipitação.
Infelizmente, você só percebe que está sendo precipitado no instante em que você perde o controle de tudo, quando você vê que tomou a decisão rápida demais e que o resultado não é tão clichê; é quando você fica na merda e não sabe como sair. Entrar é fácil, difícil é sair; isso sim, é bem clichê.
Quando tomamos uma decisão na vida, seja relacionada ao ENEM, a família, a faculdade ou, até mesmo, ao trabalho (como no meu caso), estamos sujeitos a precipitação e, consequentemente, ao arrependimento. Sei que errei, quis deixar meu estágio para arrumar um emprego melhor, não funcionou. Pressão demais, culpa do tempo. Pelo menos consegui me redimir e voltar ao meu querido e antigo emprego, até que eu gosto dessa coisa de ser a "tia" da sala de informática. Senti saudades dessa sala, do "meu" computador, dos alunos e até da diretora e dos coordenadores, rs. Brincadeiras à parte. Enfim, é verdade, senti falta mesmo. 
Corri atrás de novo, antes que o tempo me apunhalasse novamente e cá estou, na minha sala de informática predileta, fazendo o meu trabalho predileto. Tá, exagero. O fato é que a precipitação arruinou uma parte importante do meu emocional: a minha auto-confiança (droga, se escreve autoconfiança, agora, culpa da nova ortografia).
Depois de resolvermos tudo e prometer a nós mesmos não cometer os mesmos erros, passamos a ficar inseguros. Mas ainda resta esperança, como diz a minha mãe "A esperança é a última que morre". Nossa, já pensou se a esperança morresse assassinada pela precipitação? Que pergunta idiota, isso nunca aconteceria - pelo menos eu acho...
De repente, você enxerga uma luz na sua frente e percebe que ninguém acendeu a luz; você percebe que vem de dentro de você. Essa luz sai e ilumina o seu caminho, mostra que você sabe o que fazer e que não cometerá o mesmo erro novamente. Afinal, é errando que se aprende - é o que sempre dizem. É quando você se arrepende e percebe que a vida é muito mais do que tudo isso.
É quando você aprende que autoconfiança se escreve assim e que ela é muito importante.

Beijos da blogueira que não quer mais ser precipitada. ;)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Quando me amei de verdade...

Uma reflexão para o fim de semana e uma lição para a vida toda!
Beijos, beijos. Até a próxima!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A bruxa está solta!

A bruxa ganhou e o Brasil perdeu. Os brasileiros são mesmo ignorantes...

(Dilma Rousseff, sem educação e sem vocação)

Domingo, 31 de outubro, nos Estados Unidos e em outros países, foi comemorado o Halloween; aqui no Brasil, foi comemorado o "Dia da ignorância". A candidata a presidência do Brasil, Dilma Rousseff, foi eleita, para a revolta de muitos e para a alegria de poucos.
Confesso que fiquei desapontada com o resultado, como os brasileiros podem ser tão tapados a ponto de colocar na presidência do Brasil, uma mulher doida de pedra e esquisita como ela? Desculpem as ofensas. 

Sim, estou revoltada!

PSNão escrevi quase nada, pois, sei que se eu "escrever a vontade", vai sair merda...
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