sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Imaginary


Oh, flores de papel...
Oh, flores de papel...

Eu permaneço no vão da porta.
Do despertador gritando,
Monstros chamam meu nome.
Me deixe ficar.
Onde o vento vai sussurrar para mim,
Onde as gotas de chuva,
Enquanto caem, contam uma história.

No meu campo de flores de papel
E doces nuvens de canções de ninar,
Eu minto dentro de mim mesma por horas
E assisto meu céu roxo voar sobre mim.

Não diga que estou fora de alcance,
Neste galopante caos - sua realidade.
Eu sei bem o que está para além do meu sono-refúgio,
O pesadelo que construiu o meu próprio mundo para escapar.

No meu campo de flores de papel
E doces nuvens de canções de ninar,
Eu minto dentro de mim mesma por horas
E assisto meu céu roxo voar sobre mim.

Engolida pelo som do meu grito,
Não posso cessar o medo das noites silenciosas.
Oh, como eu anseio pelos sonhos do sono profundo,
A deusa da luz imaginária.

No meu campo de flores de papel
E doces nuvens de canções de ninar,
Eu minto dentro de mim mesma por horas
E assisto meu céu roxo voar sobre mim.

Oh, flores de papel...
Oh, flores de papel...

(Evanescence)

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