domingo, 27 de junho de 2010

Amigos


Em nossas vidas sempre encontramos pessoas maravilhosas e inesquecíveis. Pessoas que conhecemos, confiamos e que passamos a chama-las de amigos. Os amigos são pessoas que dividimos tudo o que sentimos, nossas emoções, nossos segredos... Eu não sei o que seria de mim sem os meus amigos, principalmente aqueles que eu considero "os melhores", como a Flávia e o Kelvin (sem me esquecer do grudinho da Bruna!, rs).
Sabe, não é só o fato de eu me sentir bem com eles ou me divertir, mas principalmente por tê-los sempre ao me lado, sentindo que alguém neste mundo me aceita do jeito que eu sou, sem se importar com os meu defeitos. Isso é tão bom!
Todas vez em que eu me sinto mal ou angustiada, eu sei que posso contar com eles; toda vez que eu quero conversar ou dar risada, eles estarão lá para conversar e rir comigo; toda vez que eu precisar de amigos verdadeiros, eles estarão lá por mim - e eu lá por eles. 
Amigos, eu não seria nada sem vocês. Estaremos sempre juntos, porque a nossa amizade é indestrutível. Esse sentimento forma uma barreira contra a distância e o tempo, onde nada nem ninguém irá nos separar.

Beijos, beijos, meus leitores queridos!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Desneurando


Neste exato momento estou sentada olhando para “Caçada”, que ainda não terminei de ler. Sabe, ultimamente tenho pensando nas coisas que eu faço e que quero fazer, principalmente as coisas que não faço e que eu sei que jamais farei, como ser antropóloga ou servir a aeronáutica. Ah, qual é?, também tenho o direito de sonhar, rs! Eu sei que isso pode ser impossível, por isso se chama SONHO, mas é gostosa a sensação de sonhar. Ao pensar nisso, percebi que passo a maior parte do meu tempo sonhando e que, muitas vezes, não faço nem digo o que gostaria, pois tenho medo do resultado (que pode muito bem não ser clichê). Isso me assusta.
Coisas malucas (ou, para mim, simples) como estudar a história da humanidade ou pilotar aviões em guerra, podem parecer idiotas, mas eu não acho. São os meus desejos. A minha vida. Já que o sonho é algo apenas como uma ilusão, cheguei a conclusão de que sonhar com os dois pés no chão é algo mais seguro. Pelo menos você não cai de cara na realidade, nem tende a sofrer por algo que não aconteceu, ou que jamais acontecerá. Aliás, estou começando a achar que sonhar demais, afeta o cérebro.
Como disse Liliane Prata, editora da Capricho, se você desejar muito algo, esse desejo pode afetar o nosso raciocínio. Pois bem, um bom exemplo é a doida que vos fala! E não era eu que dizia que ia ser jornalista e no último ano do ensino médio, bateu a incerteza? Graças a Deus essa onda de incerteza já passou, mas sinto que ainda tem um tsunami de confusão se aproximando. Enfim, eu não falarei mais sobre as carreiras que poderei ou não seguir. Quando eu estiver seguindo uma, eu aviso. Por enquanto, minha única “carreira” é blogar; eu cursarei jornalismo!
Em suma, sonhar faz bem, mas com limites para a realidade. E desejar em excesso “estraga” a mente. Quem vai querer alguém que sonha em ser Scarlett O'Hara, quando na verdade não passa de uma leitora de revistas teen e livros de vampiros?
Deixe os sonhos para a noite e viva a sua realidade.

Beijos, beijos!

sábado, 12 de junho de 2010

Os 10 problemas de amar




Porque apesar de o amor ser a coisa mais linda do mundo, há sempre algo incomodando.


1. Quando você se apaixona, fica totalmente fissurado,  até se esquece de colocar açúcar no café e fica “p” da vida quando alguém se intromete na sua vida amorosa.
2. Apesar de dizer sempre “Eu te amo”, às vezes, é dito “Eu te odeio” e você nem queria dizer isso, pois odiar alguém que você ama é algo praticamente impossível. Vai entender...
3. Embora você esteja namorando e sonhe em viver para sempre este amor, você fica totalmente assustado quanto ao assunto CASAMENTO e acaba sempre mudando de assunto quando ouve essa palavra. 
4. Sem perceber, você deixa de lado sua família e seus amigos, só para passar mais tempo com sua cara metade. 
5. Você passa a maior parte do seu tempo pensando no dito cujo e recebe ligações o dia inteiro, até quando está no trabalho. Sem contar às vezes em que você recebe uma visita de surpresa, quando está ocupado.
6. Quando você começa a namorar, percebe que as músicas, filmes e “coisinhas” melodramáticas, passam a fazer parte de sua vida e que receber flores e bombons, ainda é romântico.
7. No início do namoro tudo parece perfeito, até que chega uma hora em que você se acostuma, cai na rotina e, é claro, culpa seu parceiro pois, mesmo vocês sendo um casal, você acha que a culpa sempre é do outro e não sua.
8. Você gostaria de poder ir à academia ou sair mais com suas amigas, mas seu grande amor é ciumento e acha que ao perder você de vista, perderá você e sempre arruma confusão quando sua melhor amiga te chama para ir ao shopping. 
9. Com o passar do tempo, coisas que antes eram desagradáveis para o parceiro, como arrotar ou soltar pum, tornam-se simples naturalidade e você acaba se acostumando à isso. Se você ama de verdade, não se importará com as “inconveniências humanas”.
10. Conclusão finalMesmo que todas essas coisas perturbem e incomodem o romance, você não desistirá do seu amor, porque você se torna devota à ele. Porque mesmo quando estão brigando, querem simplesmente acabar logo com a briga; porque mesmo quando estão rodeados de tanta paixão ao ponto de enjoar, logo se lembram como é bom amar e ser amado; porque mesmo quando o seu telefone toca e você já sabe quem é, você não se importa em atender, pois é o amor da sua vida que está te ligando. 
Só me resta dizer que o amor é algo inexplicável, só sentindo-o para saber como é estar ligado a esse sentimento maravilhoso. Como aquela frase famosa do filme “Um amor pra recordar” diz: “O amor é como o vento: não posso vê-lo, mas posso senti-lo”. Amar é tudo e isso basta.


Feliz dia dos namorados!
PS: Thaynan, eu te amo!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Distúrbio

Ok, antes de começar, vamos tentar entender o que se passa - embora eu não o saiba.


Tudo começou na 8° série, quando minha professora de português veio conversar comigo, dizendo que eu levava jeito para escrever (sem querer me gabar!), disse também que eu era uma das melhores alunas de redação na sala de aula e que deveria seguir carreira. Claro, fiquei muito feliz pelos elogios e pela motivação, no entanto, eu sabia muito bem que eu não seria uma Clarice Lispector da vida, mas me animei muito, pois de uma coisa eu tinha certeza: Seria escritora.
O ensino médio chegou e com ele as dúvidas. Eu deveria começar a me preparar para a faculdade, mas eu ainda não tinha certeza do curso que eu queria, precisava de mais informações. Tadinho do meu pai, eu havia dito anteriormente que seria advogada, mas Direito não é o que eu quero, é o que ele quer, por isso está cursando o último ano. Eu nem gosto tanto assim de política, como pensava minha professora de história do ano passado. 
Até então, eu tentava encontrar alguma profissão que conciliasse literatura, escrita e criatividade, levando em consideração as matérias da escola que eu mais gosto. Pensei em fazer Letras, História ou Sociologia mas, como não quero ser professora, nem morrer de fome, ignorei essas idéias. Idéia vai, idéia vem... Jornalismo! Pesquisei a respeito da profissão, li alguns livros e conheci alguns jornalistas, como minha querida colega Letícia Castro, do BABEL.com; tudo parecia PERFEITO. E foi assim que me decidi.
Infelizmente, a certeza do meu futuro jornalístico durou pouco mais de dois anos, pois a dúvida veio à tona novamente: Eu sou muito tímida e não tenho vocação para ser repórter! Mas gosto do mundo dos jornalistas: sonhar, pensar e escrever. Jornalismo era só para “aprender a escrever” ou servir como ponte para os meus objetivos profissionais. Owww, porque será que é tão difícil, eu já não havia me decidido? Quando tudo parece resolvido, é quando o problema realmente aparece. Isso não é justo!
Me senti péssima e fiquei um tempinho afastada do meu querido blog, eu não suportava ler “Treinando para o jornalismo”, sendo que, eu nem tinha certeza absoluta de que seria jornalista. Ultimamente estou me sentindo bipolar, considerei até a idéia de virar antropóloga! Até que essa seria uma boa idéia, desde que eu não me importe em ser como o Ross de Friends, ou trabalhar em um museu sinistro, limpar fósseis de dinossauros ou até em dar aulas (mas eu não quero ser professora!) e até que antropologia é legal. No entanto, ainda sonho em escrever meus próprios textos - se bem que eu já faço isso aqui na TDN, mas ainda não é o bastante; não é o meu futuro, é apenas o meu presente. De qualquer forma, cursarei jornalismo em 2012. 
Ano que vem vou trabalhar (mais) e fazer alguns cursos e, quem sabe, eu faça Antropologia e Sociologia depois de me formar como jornalista? hahaha. Quanto mais conhecimento, melhor! Se bem que essas três profissões não estão diretamente relacionadas umas com as outras, exceto pelo fato de deixarem-me louca!, rs.
Veremos o desfecho desta história. :)
Beijos, beijos!

Nota: Tenho estado decepcionada nas últimas postagens, fiz de meu blog um diário público! Este não era o propósito da Terra de Ninguém, aliás, eu nem sei se tenho um propósito agora, mesmo porque, não tenho recebido muitos comentários ultimamente. A minha querida Terra de Ninguém está sem ninguém, novamente... Mas eu não irei desistir, pelo menos não agora!    
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