sexta-feira, 30 de abril de 2010

As 6 coisas que você não sabe sobre mim

Pois é, já que fui indicada por Letícia Castro, do BABEL.com, para fazer uma lista com seis itens sobre coisas da minha vida que jamais foram publicadas hehe... cá está ela! :)


1) Apesar de parecer idiota, eu não me sinto nada confortável em locais fechados ou muito pequenos (exceto o meu apartamento!). Sou claustrofóbica - ou pelo menos acho que sou. Pelo que me lembro, é trauma do filme "Os 13 fantasmas", onde há uma cena em que uma mulher morre esmagada contra duas paredes de vidro, quase desmaiei de nervosismo. Morro de medo de ser esmagada ou de ficar presa ou entalada em algum lugar minúsculo!  



2) Ok, confesso... Eu fui vitima da Rebeldemania! Ah, que saudades daquele tempo! hehe. *-* Era o dia inteiro ouvindo as músicas (e dançando!) e, à noite, assistia a novela. Como poderia esquecer? Eu era a Mia, a minha irmã era a Lupita e minha amiga a Roberta. Sem contar no álbum ilustrado com 165 cromos que eu completei e todas as revistas e pôsters que tenho até hoje. O dono da banca de jornal perto da minha escola lucrava comigo, a cada dia uma revista nova. Bons tempos aqueles.



3) Alguém aí já percebeu o quão nostálgica eu sou? Nem sei porquê, hehe... Sério mesmo? Sei lá! Brincava de barbie todo fim de semana e assistia Chiquititas, Disney Cruj e os desenhos do Cartoon Network. Isso foi único. Mas confesso que me prender ao passado não é boa coisa, às vezes tomo decisões baseadas no que já aconteceu e acabo numa encrenca. Já que eu aprendi que o presente é o que realmente importa, deixa o passado só como recordação.



4) Nossa, não conheço alguém mais desastrada do que... eu mesma! Já perdi as contas de quantas vezes eu caí, tropecei, rolei escadas... etc. Ainda bem que nunca quebrei nenhum osso! rs. Já caí até no meio de uma missa, na igreja. Foi terrível, eu estava de saia e ralei o joelho porque a igreja estava com reboque no chão por causa da reforma. Acredite, a vergonha foi pior do que a dor.



5) O que não deve ser novidade para ninguém: eu amo livros e sapatos! Ultimamente tenho gasto quase todo o meu salário em livros e sapatos. Essa semana estive pensando o que será deles quando eu não estiver mais aqui. Ainda estou em dúvida se deixo como herança para os meus netos e netas ou se doou meus livros para a Biblioteca Municipal daqui de Jundiaí. Até lá eu vejo o que farei, deixarei um bilhete com a minha decisão, ok? hehe.

(Obs.: Esses não são os meu livros)


6) Sou uma verdadeira anta para fazer amizade, talvez seja a timidez ou o simples fato de que eu odeio mudanças. Mas, a partir do 1° ano do Ensino Médio, todo ano na escola, eu era aquela garota nerd que não falava com ninguém, sentava na primeira carteira, fazia todas as atividades e era umas das prediletas da bibliotecária da escola. Esse ano meu nome até apareceu em uma lista com "Os 10 alunos destaques da biblioteca", que coisa mais nerd... rs. Contudo, eu não ligo. Ainda bem que desde o ano passado eu conheci o Kelvin, a Iara e a Isabella, hehe. Somos amigos até hoje, pena que não estudaremos mais juntos, pois este é o último ano na escola. Depois cada um vai pra uma faculdade diferente, um caminho diferente. 
Bom, é isso. E aí o que acharam? :)
Para continuar nossa brincadeira, indico-a para meus colegas:

Vanessa, do http://florargen.blogspot.com
Amato, do http://amato-pensamentosperdidos.blogspot.com
Ju, Maura ou Camila, do http://desevolucao.blogspot.com
e... Wandisley, do http://wandisleygarcia.blogspot.com

Estou aguardando a listinha de vocês!

Beijos, beijos, caros leitores e até a próxima. 

terça-feira, 27 de abril de 2010

A graça de uma desgraça

Pois é, imagine-se no lugar da “gordinha”. Você não gostaria de estar no lugar dela, não é mesmo? Pior é você estar e, ainda por cima, ter pessoas achando graça de uma desgraça como esta. Isso não é engraçado, por isso eu chamei de “desgraça”.
Rir das diferenças e defeitos dos outros é a nova moda. Pena que, essas modinhas baratas, são ridículas. Ao invés de ajudar alguém que precisa, muita gente se contenta rindo dessa pessoa.
Não seria mais conveniente ajudar um colega com deficiência mental, do que rir das coisas que ele fala ou faz? Não seria mais bonito ajudar um idoso a atravessar a rua, do que rir da cara dele quando ele for atropelado? Não seria mais inteligente passar o fim de semana estudando para uma prova, do que sair com os amigos e rir do colega que fez isso?
Na maioria das vezes, as pessoas agem por impulso e acabam ferrando uns aos outros. Isso quando elas agem, pois tem aquelas criaturas que se fazem de “cego- surdo-e-mudo” e fazem de conta que não perceberam o inconveniente acontecer, mesmo que esteja acontecendo bem na sua frente. No máximo, olha para o céu e reza para que Deus ajude a pessoa necessitada. Não é tão mais fácil VOCÊ MESMO ajudar (se estiver ao seu alcance, obviamente), ao invés de esperar que Deus faça um milagre? Se você acredita em Deus, ajude o seu próximo, o seu irmão.
As pessoas são acomodadas e acostumadas, esperam tudo cair do céu e não se preocupam com o que está acontecendo bem na sua frente. Elas preferem rir de uma desgraça, a ajudar a transformá-la em graça – mas aquela graça que é gostosa de rir, a graça da alegria. Nada cai do céu; só chuva, cocô de passarinho e (atualmente) avião.
Bora fazer a campanha “Transforme a desgraça em graça”?
Você não só terá um milagre, mas também graça em sua vida. A graça de poder ajudar e sentir prazer por fazê-lo, pois não terá ninguém constrangido na história, nem uma gordinha chorando.
Se você quer um milagre, seja o milagre!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Feminismo - Parte II: Fora a vulgaridade!


De todas as coisas na vida, a mais difícil é entender o que se passa na cabeça de algumas pessoas, principalmente de algumas garotas e/ou mulheres. Não que eu seja uma Madre Tereza, mas eu sei muito bem me dar valor, eu não sou esse tipo de garota. Se você é, continue lendo e reveja seus conceitos!
Idiotice? Talvez. Eu não acho!


Bem, não estou aqui para falar de mim (não desta vez!), estou aqui apenas para dizer o que eu acho sobre essas vulgares que tornam suas vidas medíocres, quando param de viver para elas mesmas e passam a viver pelos homens, justamente.
Hoje em dia, virou moda usar calça jeans mostrando o ‘cofrinho’ e blusinhas curtíssimas que serviriam numa criança de 5 anos. Sem contar esse negócio de ir para as baladas e sair por aí se “esfregando” como se fossem cachorros com sarna.
Mas o que é isso? O que aconteceu com a mulher? O valor que tínhamos há 10 anos, já está extinto! Tudo por causa destas bruacas que sujam nossa imagem. Isso sempre existiu? Mas agora está pior, não está?
Descobri que sou uma feminista nata e estou vendo que esse post está com cara de “blogueira-feminista-maluca-e-talvez-chata”, maaaas... Lembra que a vida é o que você faz dela? As suas atitudes abrirão as portas para mostrar os caminhos que você criou. Então, pense bem naquilo que você faz.



Eu sei, o jeito de acabar com tudo isso, é mostrando à mulher que ela tem valor, que ela não depende de homem nenhum para ser feliz (abrindo uma exceção: Eu te amo, amor e não sei viver sem você!). Ok, confesso. Por mais feminista que eu seja (ou tente ser), sou como a maioria das mulheres: dependente do homem que amamos.
Sim, porque mesmo quando estamos acima do peso ideal, ouvindo músicas melodramáticas e assistindo filmes tristes, chorando, porque o ator principal morreu; ou até mesmo quando estamos usando aquele scarpin preto lindo, que combina com o seu vestido novo, nós precisamos do homem e ele de nós, mesmo que ele não admita o mesmo.
Tá, tudo lindo e fofo. Mas nem todas as mulheres são assim, tem as mulheres que não se dão valor – e que não permitem que isso aconteça. Se elas passassem a ter mais respeito por elas mesmas, eu hoje não estaria escrevendo esse post contra a “insanidade feminina” que invade a cabeça de algumas criaturas.

Vou ficando por aqui.

PS: Mulheres pensem nisso!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Julgando a sabedoria

Hoje, na aula de filosofia, com a história da morte de Sócrates, senti-me inspirada para postar. Não que eu queira julgar a morte dele, nem defender. Mas ele só foi morto por ter dito que sua sabedoria era maior que a do oráculo do templo de Delfos, em Atenas. Ou seja, por dar sua opinião, foi condenado pois, naquele tempo, em Atenas, os assuntos mais comuns da sociedade eram discutidos em assembléias, onde cada participante podia dar a sua opinião. Sendo assim, Sócrates estava "dando a sua opinião" como um falso testemunho, realizando reuniões com jovens em locais públicos, porém com tal zelo que ninguém suspeitaria. Com tudo, ao ser descoberto, foi acusado de descrer sobre os deuses atenienses e de estimular os jovens a acreditar nesta nova convicção, segundo sua própria teoria:
"Sou mais sábio do que esse homem; nenhum de nós conhece algo de admirável e bom, entretanto ele julga que conhece, enquanto eu, como nada conheço, não conheço. Portanto, é provável, de algum modo, que nessa modesta medida seja eu mais sábio do que este indivíduo - no fato de não julgar que conheço o que não conheço".
Daí a famosa expressão atribuída a Sócrates: "Sei que nada sei".
Como saber quem é mais sábio? Ora, cada um tem a sua própria sabedoria. Isso deveria ser levado em conta, ultimamente. Quem somos nós para julgar o mais sábio? Qualquer um pode ser o mais sábio - ou julgar-se um, assim como o oráculo do templo de Delfos.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Venha conhecer o JCC!

O JCC (Jovens Construindo a Cidadania) é um programa educacional das escolas públicas, dirigido pela Polícia Militar. Os grupos formados nas escolas, são orientados por um PM, onde os alunos participantes, ajudam a escola e a comunidade a promover a cidadania, realizando projetos sociais como: campanha do agasalho, ajuda e assistência à famílias necessitadas, com doação de mantimentos e roupas etc.
Além de proporcionar a cidadania com projetos sociais para a comunidade, o JCC tem a preocupação com os próprios jovens participantes do grupo, sendo assim, realizando palestras educativas como, por exemplo, contra as drogas e a violência. Em suma, se os próprios alunos querem lutar para proliferar a cidadania, é preciso começar por eles mesmos.
Este é o segundo ano que eu participo do JCC e sinto-me muito satisfeita, pois estimular o jovem de hoje em dia está muito difícil, mas quando este estimulo é implicado por outros jovens, o clichê é mais fácil de ser atingido.
E, além de proporcionar a cidadania entre os jovens, o JCC participa de eventos e excursões educativas, como a realização do encontro entre os jovens participantes no Complexo Argos, aqui em Jundiaí, onde foram realizadas atividades com o intuito de promover a cidadania, contando com apresentações de dança, peças de teatro educativas e música.

(Eu - de rosa - e meu grupo)

Outras atividades que o JCC promoveu para os jovens foi uma visita ao Museu dos Ferroviários, aqui em Jundiaí, para os alunos de uma escola pública; para a minha e mais duas escolas públicas, uma visita ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.


(Alunos do JCC no jardim do Palácio dos Bandeirantes)

(Em frente a entrada principal)

(Meu grupo e o PM Santana)

Porém, pelo projeto ser dirigido e criado pela Polícia Militar, ainda há um grande número de preconceito, pois algumas pessoas acham que o JCC tem algum vínculo ligado diretamente com a polícia, sendo assim, o número de participantes ainda é pouco. Mas está aí o erro: o JCC NÃO tem função alguma em proporcionar ao jovem algum ligamento com a polícia. O objetivo nada mais é que ensinar ao jovem a cidadania. Nada de se meter em conflitos policiais, dedando atos criminosos ou algo parecido, é só o apoio a CIDADANIA!
Nossos objetivos são apenas ensinar e acolher aqueles que precisam de ajuda, seja com as campanhas que o JCC realiza e até mesmo estimulando e ensinando o jovem, a manter-se longe das drogas e da violência, um dos grandes problemas na adolescência nos dias de hoje.
Então, se a sua escola conta com a participação do JCC, não fique de fora: participe! Agora, se a sua escola não tem vinculo com o projeto ou se você não estuda mais, não fique de fora, ajude nossas campanhas e fique por dentro dos eventos!

JCC – Jovens Construindo a Cidadania! :)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sem criatividade...

Saudações pessoas!
E aí, como foi a páscoa? Particularmente, não aguento mais comer chocolate! hehe.
Bom, deixemos de lado os chocolates e as comemorações porque agora eu estou, literalmente, sem um pingo de sanidade do que eu estou escrevendo aqui e não me responsabilizo pelo o que vocês lerão no post de hoje! :P
Aliás, não estou com a mínima idéia do que escrever - culpa de tanta coisa que está acumulada na minha cabeça! - mas, em todo caso, lá vamos nós!
Hoje, sua blogueira impaciente e (momentaneamente) sem criatividade, vai postar a tradução da letra de uma de suas músicas favoritas (pudera, também interpretada por sua cantora favorita!). A letra diz bem o que estou sentindo neste momento de tédio, insegurança e insanidade por falta de criatividade, se é que isso existe! rs.
Em suma, cá está. Espero que vocês gostem!


Overprotected (Britney Spears)


Eu preciso de tempo...
Amor, alegria...
Eu preciso de espaço...
Eu preciso de mim mesma...
Ação!
Diga olá para a garota que sou eu
Você vai ter que ver pela minha perspectiva
Que eu preciso cometer erros para aprender a ser quem eu sou
E eu não quero ser tão protegida
Deve haver outra maneira
Porque acredito em aproveitar oportunidades
Mas quem sou eu para dizer
O que uma garota tem que fazer?
Deus, eu preciso de algumas respostas!
O que eu vou fazer da minha vida?
(Você vai descobrir, não se preocupe)
Como vou saber o que é certo?
(Você tem apenas que fazer do seu jeito)
Não posso controlar o que sinto
Mas minha vida tem sido tão superprotegida
Eu digo a eles o que gosto, o que quero, o que não quero...
Mas toda vez que eu faço, eu sou corrigida
Coisas que eu soube
Eu não posso acreditar no que escuto sobre o mundo,
Eu percebo, eu sou superprotegida!


(A letra não está completa!)


Beijos, beijos e até a próxima. :)
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