terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O que é certo e o que é errado?

Segundo o que aprendemos desde a nossa infância, certo é tudo aquilo que nos tráz bem-estar e felicidade, agindo de forma que não prejudique algo ou alguém; já o errado, é o oposto. Todavia, eu ainda não consigo entender: como alguém pode realmente saber o que é certo e o que é errado? Uma pessoa só sabe que algo é certo ou errado quando ela tem um resultado que justifique isso (muitas vezes não é clichê).


Aqui estão alguns exemplos (nada exemplares) de situações certas ou erradas. Há duas formas de "olhar", para depois julgar uma situação. Bem, tirem suas próprias conclusões!
Certo ou errado?
* Sua mãe não tem dinheiro para pagar a conta e, sem pedir, mexe nas suas coisas e pega dinheiro "emprestado". a) Ela precisava pagar a conta; b) Mas ela "pegou" o seu dinheiro sem pedir;
* Sua irmã está voltando do shopping sozinha à noite. Ela desce do ônibus no ponto e tem que andar a pé para chegar em casa. No caminho aparece um cara, nada simpático, que tenta agarra-la. Na tentativa de se defender, a garota o empurra. O cara cai, bate a cabeça numa pedra que estava no chão e morre no local. a) Ela cometeu um assassinato; b) Mas por defesa;
* Uma menina de 15 anos fica grávida do ex-namorado, ela não quer o bebê e faz um aborto. a) Abortar é crime; b) Mas ela só tinha 15 anos e não tinha condições de criar um filho;

Como vocês podem ver, há inúmeras situações em que o certo e o errado podem até nos enganar ou atrapalhar em nossas escolhas. Muitas das coisas que nos cercam podem ser certas para nós, porém erradas perante à lei; ou vice-versa, levando em consideração que há duas formas de analisar se algo é certo ou errado; como nos casos acima, onde vimos o lado da "vítima" e do "mal-feitor".
É como o nosso slogan diz "A vida é o que você faz dela"; se você tomar a atitude errada, o resultado será errado e se você tomar a atitude certa, o resultado será correto.
Mas ainda tenho minhas dúvidas...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nostalgia - Parte I

Nostalgia: Descreve uma sensação de saudade de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal; é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver momentos da vida.
Desde quando as coisas começaram a ficar desse jeito? Ou será que sempre foram assim e eu ainda não tinha percebido? Que estranho. Acho que o tempo está passando cada vez mais rápido e que (talvez) eu não esteja fazendo tudo o que eu queria ter feito. As coisas boas ficaram no passado e isso me deixa nostálgica, o que acaba me entristecendo. Isso me fez perceber que:


Primeiro: Não devemos viver baseados no passado, muito menos no futuro, simplesmente devemos fazer as coisas no presente, viver um dia de cada vez como se fosse o último. O que ficou para trás não volta mais e o futuro não é certo pois, quem sabe se chegaremos até ele? O presente não, é o agora, é o que estamos vivenciando a cada novo dia.
Acordar de mal humor não é clichê de ter um dia ruim. Muito pelo contrário, isso é um sinal para lhe mostrar que mesmo nas piores situações, ainda há esperança de que um novo dia virá com novas surpresas. Lembra do nosso lema? "A vida é o que você faz dela".
Porém, como dizer à vida que você está disposto a viver se ela não dá trégua? Talvez as mudanças nem sempre deixam-nos satisfeitos, mas elas sempre acontecem. Fazer o quê? É a vida!


Segundo: Nem sempre para tudo na vida existe uma resposta e que é melhor deixar assim. Se não há uma resposta concreta para estas questões, é sinal que nós não devemos saber, devemos aprender com isso. E aprender é uma outra relíquia da vida, acho que uma das mais importantes.
Eu sei que a nostalgia faz-nos voltar ao passado por um breve instante porém, ela dá-nos forças para prosseguirmos a diante e fazer escolhas melhores. Mesmo porque, o passado estará para sempre no meu coração. Foi o melhor que tive até hoje.

Beijos, beijos!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Palavras ao vento...

É tão bom estar aqui! Pena que, por mais que eu me esforcei, a Terra de Ninguém está, literalmente, sem ninguém... :(
Quando eu criei este blog (há 6 meses) imaginei-me postando e recebendo comentários de leitores, mas isso é apenas o clichê de criar um blog. É como se eu estivesse falando e ninguém estivesse me ouvindo. Ei, tem alguém aí?
Escrever é algo que eu amo aliás, acho que é a única coisa que eu sei fazer bem, se eu não puder fazer isso, o que será de mim? É a mesma coisa que alguém me disser que eu não posso respirar. Eu não posso viver sem ar, pior ainda viver sem poder fazer algo que para mim é necessário tanto quanto o ar: ESCREVER. A TDN já faz parte de mim!
Hoje percebo que meu blog está afundado. Estou me sentindo no Titanic, só que sem o Jack.
Bom, se alguém estiver lendo isso, peço encarecidamente que dê um 'Alô', como um sinal de fumaça. \o/ Quem sabe assim, eu não me sinta tão estúpida por estar 'testando' o meu futuro jornalístico, em um blog que ninguém lê. Alguém se habilita à ser o primeiro?
Ah, doce esperança que cresce dentro de nós, a cada novo ano que chega; Espero que, agora que já estamos em 2010, a Terra de Ninguém possa continuar sendo de Ninguém, mas que tenha alguém!
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